terça-feira, 26 de março de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
SECHSPA: 90 anos de história!
Neste
5 de fevereiro, o SECHSPA completa 90 anos. Uma história pontuada por muita luta
em prol dos trabalhadores que representa e do sindicalismo brasileiro.
O
Sindicato já passou por muitas situações, sobrevivendo a vários governos, golpes,
inflação de 30% ao mês, trocas de moedas e poderia chegar à nona década de
existência com muita festa e alegria, honrando toda a sua história, mas ao contrário, o momento é de luto e
tristeza com o que está acontecendo no mundo do trabalho no Brasil: desemprego
em todas as áreas, subemprego e salários minguados oficializados pelo governo
federal através da desvalorização do salário mínimo e com a aprovação da
Reforma Trabalhista, que além de recortar a CLT (Consolidação das Leis
Trabalhistas), prejudicou ainda mais os trabalhadores ao retirar o sustento dos
sindicatos, que eram, na maioria das vezes, os únicos fiscalizadores das
atividades e a tábua de salvação da maioria dos empregados. Muitos fecharam e os que permanecem é muito mais por teimosia e idealismo dos seus dirigentes.
Também
neste ano extinguiu-se o Ministério do Trabalho, o que representa uma verdadeira
derrota para todo o povo brasileiro, que tinha a garantia de um braço do
governo a seu favor. Desta forma, a Justiça do Trabalho também foi quase exterminada.
Por
outro lado, agradecemos imensamente aqueles que estão conosco, que acreditam no
SECHSPA e continuam fazendo dele uma entidade sólida, embora ferida, mas ainda
batalhando naquilo que mais gosta: representar plenamente os trabalhadores em
todas as suas demandas e anseios.
Assim,
o Sindicato chega aos 90 anos lamentando tudo isso que está acontecendo, mas
sempre buscando manter acesa a chama do verdadeiro sindicalismo que pratica!
TRABALHADOR: confie no SECHSPA,
chegar aos 90 anos não é pra qualquer
um!
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Entrega de cestas básicas da Associação Premiada
O SECHSPA entregou nesta quinta-feira, 20/12, pela manhã, as cestas básicas para os contemplados na Associação Premiada. Para participar dos sorteios, basta ser sócio com a mensalidade em dia. Parabéns a todos!
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
ATENÇÃO, TRABALHADORES:
Ministério Público do Trabalho confirma:
benefícios somente para os associados do sindicato!
O SECHSPA convida a todos os trabalhadores da categoria que pertence à sua abrangência para associarem-se, já que a Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região confirma: sob à Luz da Lei
13.467/2017 (nova Legislação Trabalhista), benefícios como: vale-alimentação,
vale-transporte, Participação nos Lucros, reajuste salarial, dentre outros,
somente farão jus os empregados que contribuem ao sindicato. E isso vale para todo o Brasil.
Na
ação para abrir procedimento investigatório da cláusula que só permite tais
benefícios para quem paga as contribuições, a procuradora do Trabalho, Dra.
Heloise Ingersoll Sá, não só arquivou o pedido como reiterou que a nova
legislação não alterou o artigo 513, da CLT, que diz que cabe aos sindicatos
impor através de assembleia contribuições sindicais para todos aqueles que
participam da categoria.
Portanto,
“quem não contribui com o Sindicato de sua categoria, se isenta de participar
dos benefícios conquistados pela entidade, sendo assim, abre mão do cumprimento
de todas as cláusulas da Convenção Coletiva, seja no tocante às contribuições
decididas em assembleia, quanto também as cláusulas econômicas e direitos auferidos”.
terça-feira, 30 de outubro de 2018
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Outubro Rosa: apoiamos esta idéia!
Neste
mês de outubro, o SECHSPA convida você a entrar junto nesta campanha Outubro
Rosa. Vamos cuidar de nossas esposas, filhas, sobrinhas e netas. Vamos cuidar
do bem estar e saúde de nossas famílias!
Alguns números sobre
o câncer de mama no Brasil
Para
o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do
biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.
Sem
considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer também é o primeiro
mais frequente nas mulheres das Regiões Sul (73,07/100 mil), Sudeste (69,50/100
mil), Centro-Oeste (51,96/100 mil) e Nordeste (40,36/100 mil). Na Região Norte,
é o segundo tumor mais incidente (19,21/100 mil).
Esses
dados foram fornecidos pelo INCA - Instituto Nacional do Câncer, que fica em
São Paulo e é referência nacional sobre todos os tipos de cânceres.
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Dissídios Coletivos 2018
CLIQUE AQUI e confira os instrumentos coletivos 2018 que já estão registrados.
terça-feira, 14 de agosto de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Banco terá de oferecer juro menor para quem ficar no especial por 30 dias
O SECHSPA traz a notícia que está balançando a economia nacional neste inicio de semana. Com certeza, os trabalhadores, seja pelo desemprego, pelas altas taxas cobradas pelos bancos, ou pelos salários baixos, sofrem com os juros bancários abusivos e endividam-se mais a cada dia.
Confira a matéria completa sobre esta novidade CLICANDO AQUI.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
O que os pré-candidatos pensam sobre a reforma trabalhista
Postulantes à
sucessão de Temer se dividem sobre proposta que flexibilizou a CLT em novembro
de 2017
A reforma
trabalhista de Temer é apoiada por empresários, que veem um avanço na
flexibilização da relação entre empregados e empregadores, e criticada por
centrais sindicais, que apontam perdas de direitos.
A reforma
alterou cerca de 100 pontos específicos da CLT (Consolidação das Leis do
Trabalho). A base do pacote é dar força aos acordos coletivos, em um modelo
chamado de “acordado sobre legislado”.
Na prática, o
que for decidido entre a entidade de classe que representa os trabalhadores e a
empresa empregadora não poderá ser posteriormente contestado na Justiça. Houve mudanças em pontos como férias, jornada
de trabalho, remuneração e plano de carreira.
Além disso, a
reforma acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical, uma das principais
fontes das entidades que representam os trabalhadores.
O
que dizem os principais pré-candidatos
“Se eu vencer as eleições, farei um referendo para perguntar à população
sobre sua opinião. E o assunto será debatido no Congresso”
Luiz Inácio Lula da Silva ex-presidente
e pré-candidato do PT
“Aos poucos a população vai entendendo que é
melhor menos direitos e emprego do que todos os direitos e desemprego”
Jair
Bolsonaro deputado federal e pré-candidato do PSL
“Estou advogando pelas reformas desde 2010. Em
2014, já dizia que era preciso fazer um atualização, inclusive, das leis
trabalhistas. Se eu fosse parlamentar, votaria pela admissibilidade das
reformas e trabalharia para corrigir as arbitrariedades, que não são poucas, no
projeto do governo”
Marina Silva pré-candidata da Rede
Sustentabilidade
“É uma perversão que faz parte de uma
selvageria neoliberal que se impôs ao Brasil a partir do golpe. Evidentemente
que não precisamos ter medo de reforma, o país tem instituições bastante
anacrônicas, mas jamais prosperou a nação que introduziu no mundo do trabalho
insegurança jurídica e insegurança econômica”
Ciro Gomes
pré-candidato do PDT
“Era um modelo estatutário de cima para baixo,
para um modelo mais moderno de relações contratuais. Ela tem imperfeições,
vamos corrigi-las”
Geraldo Alckmin ex-governador de São
Paulo e pré-candidato do PSDB
“Eu não tenho dúvida de que a reforma
trabalhista é imprescindível. Mas o atual governo, atordoado por tantas
denúncias de corrupção, perdeu a capacidade de empreender reformas”
Alvaro
Dias senador e pré-candidato do Podemos
“A reforma trabalhista está sendo implantada
aos poucos pela Justiça. Acreditamos que com a reforma trabalhista criaremos 6
milhões de empregos em dez anos. Esta nova era nas relações de trabalho
garantirá maior produtividade e criará maiores oportunidades de emprego”
Henrique
Meirelles ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do MDB
"Eram leis que, em tese, protegiam,
protegiam, protegiam e deixaram o Brasil com 14 milhões de desempregados e mais
milhões e milhões de empregos precários. Essa é a realidade da antiga lei
trabalhista, para a qual conseguimos fazer algum avanço na Câmara dos Deputados
no ano de 2017"
Rodrigo Maia presidente da Câmara e
pré-candidato do DEM
“A reforma trabalhista aprovada pelo Congresso
Nacional é uma reforma criminosa, faz o Brasil andar para trás 80 anos. A morte
da CLT foi em 2017. Demonstra uma falsa preocupação com os trabalhadores”
Guilherme
Boulos coordenador do MTST e pré-candidato do PSOL
“Acho que povo deve opinar sobre isso, porque
não opinou nas eleições passadas. Nas eleições passadas, o povo escolheu um
programa que garantia direitos. Temer rasgou o programa e retirou os nossos
direitos. É por isso que é preciso revogar a reforma trabalhista”
Manuela
D'Ávila deputada estadual e
pré-candidata do PCdoB
Fonte: Site Nexo
terça-feira, 12 de junho de 2018
SECHSPA atento à novidade não tão boa para o trabalhador!
Funcionários do McDonald’s já estão começando a sumir
Rede
de fast food aumentou a aposta em unidades de autoatendimento. A cada
quadrimestre, McDonald's planeja incluir 1.000 lojas no formato
O mundo em
que os robôs acabarão com empregos operacionais
está cada vez mais próximo. Se antes a ameaça estava apenas nas indústrias e
seus maquinários, agora até os atendentes do McDonald’s correm o risco de desaparecer.
A rede de fast food está apostando, ao menos
internacionalmente, em um formato de atendimento que dispensa a necessidade de
funcionários e faz os próprios consumidores se atenderem, seja por meio de
painéis ou por seus próprios smartphones.
O objetivo, segundo a própria
rede, é “construir um McDonald’s melhor”. Primeiro, é uma forma de modernizar o negócio e adaptá-lo
aos novos hábitos dos comedores de sanduíches e batatinhas – o que melhora os
resultados da rede. “Descobrimos que, quando as pessoas ponderam mais tempo,
selecionam mais itens”, contou o CEO Steve Easterbrook ao veículo americano
CNBC. “Há uma leve alta do nosso tíquete médio”. Além de, claro, poupar custos
trabalhistas.
O McDonald’s planeja mudar 1.000
lojas para receber a tecnologia a cada quadrimestre pelos próximos dois anos.
Regiões como Austrália, Canadá e Reino Unido já estão completamente integradas
com o autoatendimento em painéis e pedidos feitos no smartphone. Alemanha e
França estão perto de entrar para esse time.
Segundo o veículo The Street, 3 mil restaurantes estadunidenses
do McDonald’s já estão com a tecnologia. Metade das lojas terão o
autoatendimento até o fim deste ano. O McDonald’s possui 20 milhões de
usuários cadastrados em seu aplicativo de pedidos e 20 mil restaurantes
apresentam a opção de pagamento pelos smartphones. Ao todo, será um
investimento de 2,4 bilhões de dólares (cerca de 9 bilhões de reais, na cotação
atual) nessa modernização e na abertura de mais 1.000 restaurantes.
Easterbrook reitera, porém, que
outras formas de fazer o pedido não deixarão de existir, como o velho
atendimento presencial e a passagem pelo drive-thru. Nos Estados Unidos, a rede
também aposta na entrega por delivery. “Você pode pagar e customizar seu pedido
de diferentes maneiras. Acho que estamos adicionando mais escolhas e variedades”.
Muitos funcionários nos balcões do McDonald’s não vão esperar para ver.
Fonte: Exame
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Sindicatos e Centrais na luta contra a Reforma Trabalhista e pelos direitos dos trabalhadores
Temer é derrotado na OIT e terá de explicar 'reforma' trabalhista
Comissão de Normas da
Organização Internacional do Trabalho questiona restrição da nova lei a
princípios da negociação coletiva e direito de sindicalização
![]() |
| 107ª Conferência Internacional do Trabalho ocorre em Genebre e reúne patrões, empregados e governos |
A Organização Internacional
do Trabalho (OIT) cobra novas explicações do governo brasileiro sobre a
"reforma" trabalhista. Durante a 107ª Conferência Internacional
do Trabalho, em Genebra, o governo, por meio do ministro do Trabalho,
Helton Yomura, tentou desqualificar as críticas à nova lei
brasileira por entidades do Brasil de do mundo. Mas não ganhou apoio.
A organização incluiu o Brasil na
lista de países suspeitos de descumprir normas internacionais de
proteção aos trabalhadores, passou a analisar o caso brasileiro e a mais
explicações. O governo terá que responder antes de novembro deste ano,
quando acontece a próxima reunião do Comitê de Peritos da OIT.
Segundo a decisão, o Brasil
precisa explicar principalmente o fato de a nova lei pôr em xeque princípios da
negociação coletiva entre empregadores e empregados. No início do ano, o Comitê
do Peritos expressou o entendimento de que a "reforma" viola a
Convenção 98 da OIT, sobre direito de sindicalização e de negociação
coletiva, ratificada pelo Brasil.
A reforma trabalhista estabelece
a possibilidade de o negociado prevalecer sobre o legislado, inclusive para
redução de direitos. Prevê também a "livre" negociação entre
empregador e empregado com diploma de nível superior e que receba salário igual
ou superior a duas vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
A OIT também cobra explicações
sobre a falta de consulta aos interlocutores sociais, durante a tramitação da
reforma.
A falta de diálogo social, a
aprovação açodada da reforma e a violação à Convenção 98 foram alguns dos
pontos alertados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) durante
todo o processo de tramitação da reforma trabalhista no Congresso e após sua
promulgação. As entidades sindicais de representação de trabalhadores tampouco
foram ouvidas.
O procurador-Geral do Ministério
Público do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, que foi a Genebra, destaca os
alertas feitos pela instituição. "Lamento a exposição internacional do
Brasil, que poderia ter sido evitada se as nossas ponderações fossem
consideradas", disse, em nota.
Fonte: Rede Brasil Atual
As centrais sindicais brasileiras
estiveram presentes com suas representações e enviaram uma nota à OIT. Abaixo, clicando em "Mais informações", você confere a íntegra da Nota das Centrais. O SECHSPA é filiado à Nova Central Sindical de
Trabalhadores.
terça-feira, 5 de junho de 2018
Para podermos entender...
Analistas dizem que petróleo com custo nacional baratearia preço da gasolina
Na busca de explicações sobre o que acontece no Brasil, principalmente, em relação aos preços dos combustíveis e que acarretam o aumento de toda a cadeia econômica brasileira, o SECHSPA apresenta esta matéria publicada no UOL.
Informe-se, leia o texto CLICANDO AQUI.
![]() |
| Foto: Jornal NH |
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Poderá vir por aí aumento de impostos
O SECHSPA está
muito preocupado com as “lambanças” em relação aos trabalhadores, que este
governo federal vem fazendo nos últimos dois anos.
Primeiro,
enviou para aprovação no Congresso, a PEC do teto dos gastos (que congela os
gastos públicos – educação, segurança, saúde por 20 anos), depois fez aprovar a
Reforma Trabalhista, que desconstruiu a CLT, deixando desiguais as relações de
trabalho, promovendo a baixa de salários e o desemprego em massa.
Tudo isso
sendo aprovado junto com o assombro provocado pelo fantasma da Reforma da Previdência,
sempre a rondar as conversas dos trabalhadores, pois o que o governo pretendia,
antes de refrear a PEC, era acabar com as aposentadorias no país.
Agora, a nova
medida, provavelmente, será aumentar os impostos para calar os caminhoneiros,
com o desconto do diesel. Isso, ao invés de mudar a política de preços da
Petrobras em relação a todos os combustíveis. Entenda um pouco como vai
funcionar:
Parte do custo do desconto
de R$ 0,46 por litro será compensada
com corte de gastos em saúde e educação.
com corte de gastos em saúde e educação.
Aumento de tributos também é provável
Depois da pressão feita pela greve dos caminheiros em estradas por todo o país desde 21 de maio, o governo federal aceitou reduzir o preço do diesel. O presidente Michel Temer concordou em retirar R$ 0,46 do preço de cada litro do combustível. E anunciou como vai bancar esse desconto.
O valor é o
equivalente ao que o governo arrecada com dois tributos sobre o diesel: Cide e
PIS/Cofins. Em teoria, o que Temer está fazendo é zerar a cobrança desses
tributos sobre o combustível que abastece ônibus e caminhões no Brasil. Mas na
prática, vai funcionar de maneira diferente.
O ministro da
Fazenda, Eduardo Guardia, foi o responsável por explicar as operações que serão
feitas para bancar o subsídio ao óleo diesel. Em resumo, o governo vai deixar
de fazer gastos e terá de aumentar ou criar novos impostos para pagar esse
desconto. O governo publicou na noite de quarta-feira (30) três medidas
provisórias que garantem o acordo com os caminhoneiros.
Todas as
medidas anunciadas valem até 31 de dezembro de 2018. A continuidade ou não do
desconto e os custos a partir de 2019 serão responsabilidade do próximo
presidente da República.
Redução de tributos: R$
0,16
O governo vai
reduzir as alíquotas da Cide e do PIS/Cofins, o que vai baratear o preço do
litro em R$ 0,16. Isso significa que o governo vai deixar de arrecadar esse
valor em cada litro de óleo diesel vendido no Brasil, num total de R$ 4 bilhões
até dezembro.
A Cide será
completamente zerada, o que vai baratear o litro em R$ 0,05. Os outros R$ 0,11
virão da redução da alíquota do PIS/Cofins.
O governo não
zerou os dois tributos, que representariam todo o desconto dado, por causa da
Lei de Responsabilidade Fiscal. A lei proíbe que haja redução de tributos em um
ano que já está em andamento se não houver compensação. Caso o governo desse todo
o desconto pela via da redução dos tributos, teria de criar impostos na mesma
proporção.
Por esses R$
0,16, o governo terá de criar novas receitas num total de R$ 4 bilhões para
compensar a perda. Parte virá do projeto de reoneração da folha de pagamentos
que, segundo Guardia é “necessário, mas não suficiente”.
Para
compensar, o governo terá que criar novas receitas, que virão da retirada de
incentivos a exportadores, indústria de refrigerantes e indústria química. O
discurso oficial do ministro da Fazenda é de que não está aumentando impostos
ou sua arrecadação total. O que acontece, nesse caso, é a concessão de um
desconto para um setor que será compensado com uma cobrança maior em outro
setores.
Com informação do site NEXO
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Greve dos caminhoneiros gera impacto (e muitos cancelamentos) na hotelaria
Não podia ser diferente. Como todos os demais
setores da economia, o locaute dos caminhoneiros gerou uma série de
consequências à hotelaria. Executivos de redes e hotéis independentes ouvidos
pela reportagem relataram muitos cancelamentos desde a última quinta-feira
(24). Outro problema foi no abastecimento da área de A&B (Alimentos &
Bebidas). Ainda assim, a percepção passada é de que o estrago não foi tão
grande, até por conta do plano de contingência emergencial feito por muitos
empreendimentos.
No primeiro caso, o receio dos hóspedes
catapultou o número de cancelamentos, informaram os hoteleiros ouvidos. Já na
área de A&B, a dependência do transporte rodoviário na matriz logística do
país gerou os problemas de abastecimento.
Greve dos caminhoneiros: o problema
Em pronunciamento hoje (28), Eliseu Padilha,
ministro da Casa Civil, disse que as conversas com os caminhoneiros se
encerraram. Segundo estimativas, ainda há 557 pontos de manifestação nas
estradas do país, no oitavo dia de protestos da classe. Artérias de ligação
importantes, como Régis Bittencourt (São Paulo a Curitiba) e Dutra (São Paulo a
Rio de Janeiro), ainda estão fechadas pelos caminhoneiros.
Padilha declarou que o governo não descarta
elevar impostos para compensar a redução no preço do diesel. O ministro também
garantiu que o governo federal não pensa em rever a política de preços da
Petrobras. Já a prefeitura de São Paulo, que enfrentou hoje (28) protestos de
motoboys e motoristas de vans e de fretados, estima perdas de até R$ 150
milhões com a paralisação.
Com esse cenário caótico, empreendimentos de
todos os perfis – de redes hoteleiras estruturadas a hotéis independentes –
enfrentaram problemas. Muitos deles, contudo, não souberam precisar a dimensão
das perdas. A inoperância do governo, contudo, colabora para aumentar o receio
do setor, com cada empreendimento fortalecendo os planos de
contingência.
Em Brasília e Maceió, hotéis da BHG (Brazilian
Hospitality Group) sofreram com os cancelamentos de reservas derivados da
suspenção de voos para o feriado. Segundo Tomás Ramos, diretor Comercial da
BHG, o empreendimento nordestino foi o mais afetado. "Maceió houve um
número alto de cancelamentos. Já Brasília sofreu impactos no corporativo",
aponta.
Em São Paulo, o WZ Jardins também
teve reservas canceladas desde a última quinta-feira (24), quando os sintomas
da greve começaram a se agravar. "Fomos surpreendidos pela proporção que a
greve tomou. Esperávamos dois ou três dias, no máximo", diz Marco
Quioratto, gerente Comercial do empreendimento.
O Grupo Armação, que tem dois hotéis em
Porto Seguro (BA), também foi outro que sofreu respingos dos protestos. Valéria
Gordilho, gerente comercial da rede, revela que hoje (28) foi o dia mais
complicado em termos de cancelamento. "Já tive 15, sendo a maioria de
famílias. Acho que esse perfil de público prefere não arriscar por causa das
crianças.
Exceções
Houve também que não sentisse qualquer efeito.
Localizado na Chapada dos Guimarães (MT), o Malai Manso teve apenas três
cancelamentos, com a maioria das reservas para o feriado sendo mantidas. Já a Átrio
Hotéis, que recentemente fechou acordo com AccorHotels, relatou poucos
problemas relacionados à hospedagem.
Já Ricardo Luiz Peixoto, gerente Comercial do Portobello
Resort & Safári, em Mangaratiba (RJ), conta que não houve impacto no
fornecimento de alimentos ou cancelamento. "Alcançamos 90% de ocupação no
último final de semana, nada fora do normal. Para o feriado, houve apenas
pedidos de confirmação e acompanhamento da reserva, sem cancelamentos ou
problemas com o A&B", revela.
Fonte: Hotelier –
Hotelaria em Movimento
quarta-feira, 23 de maio de 2018
ATENÇÃO TRABALHADORES: DISSÍDIO COLETIVO DE 2018!
APÓS VÁRIAS REUNIÕES REALIZADAS COM OS
SINDICATOS PATRONAIS, O SECHSPA AINDA NÃO FECHOU NENHUM ACORDO.
O INPC DE 2017, APLICÁVEL À CATEGORIA (DATA BASE DE 1° DE JANEIRO) FOI MUITO BAIXO, 2,07%.
O SINDICATO MANTERÁ A CATEGORIA INFORMADA!
O INPC DE 2017, APLICÁVEL À CATEGORIA (DATA BASE DE 1° DE JANEIRO) FOI MUITO BAIXO, 2,07%.
O SINDICATO MANTERÁ A CATEGORIA INFORMADA!
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