terça-feira, 29 de setembro de 2026

Assédio Eleitoral no Trabalho é grave. DENUNCIE!

 

Ninguém pode ser ameaçado, pressionado ou constrangido no trabalho por causa de sua escolha política. Ameaça de demissão, promessa de vantagem, perseguição, cobrança de voto ou exigência de revelar em quem você votou são situações que podem caracterizar assédio eleitoral.

Seu voto é livre e secreto! Se você sofrer ou presenciar esse tipo de pressão, procure o SECHSPA, pois temos um corpo diretivo e uma assessoria jurídica ao seu dispor. O sindicato está ao lado do trabalhador para orientar, acolher denúncias e defender seus direitos. No trabalho, respeito à liberdade de escolha também é um direito!

Como o assédio eleitoral pode se manifestar?

Entre as situações que podem caracterizar a prática estão:

— ameaça de demissão ou de perda de benefícios caso o trabalhador não apoie determinado candidato;

— promessa de aumento, promoção ou outra vantagem em troca de apoio político;

— pressão para votar em determinado candidato ou partido;

— exigência de que o trabalhador declare em quem votou ou apresente alguma forma de comprovação;

— convocação de trabalhadores para reuniões ou eventos de campanha durante o expediente;

— obrigação de utilizar adesivos, camisetas ou outros materiais de campanha;

—perseguição, humilhação ou discriminação por causa da posição política;

— utilização de grupos corporativos, redes sociais ou outros canais de trabalho para pressionar trabalhadores;

— criação de escalas ou condições de trabalho que dificultem o exercício do direito de votar. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Nota de Pesar

O SECHSPA se solidariza aos familiares, em especial ao companheiro Moacyr Auersvald, vice-presidente da nossa Confederação, CONTRATUH, e à Nova Central Sindical de Trabalhadores.
Que Deus conforte a todos em sua infinita glória.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Respeito e dignidade também são direitos do trabalhador

Burger King é condenado a indenizar trabalhadora.

O TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), em São Paulo, manteve a condenação do Burger King ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais a uma funcionária que relatou ter recebido um uniforme menor que seu tamanho e ter sido alvo de zombarias no ambiente de trabalho.

Segundo o processo, após ser promovida a coordenadora, a trabalhadora recebeu uma calça inadequada e precisou contratar uma costureira para adaptá-la. O ajuste teria motivado piadas de colegas e integrantes da gerência. Uma gerente ainda teria sugerido que ela deveria emagrecer para conseguir vestir a peça.

Para o relator, desembargador João Forte Júnior, a situação revelou desprezo pela trabalhadora e uma inversão de valores: cabia à empresa fornecer uniforme adequado, e não exigir que a funcionária modificasse o próprio corpo.

A decisão ainda não é definitiva, pois o processo segue em tramitação.

É justamente para situações como essa que o sindicato existe: para proteger o trabalhador, defender sua dignidade e garantir o cumprimento de seus direitos. Quando o respeito é violado, o trabalhador não deve enfrentar a situação sozinho. O sindicato é a sua voz, sua representação e seu instrumento de defesa. Conte sempre com o SECHSPA!

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

E o fim da Escala 6x1?

Dentro do que já tinha sido antecipado pelo SECHSPA ainda na semana passada, os Senadores, realmente, fizeram um esforço coletivo e no dia de ontem, quarta-feira, 2/9, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou a PEC que dá fim à Escala 6x1. A maioria dos Senadores votou pelo fim, menos os do PL. Ainda não há previsão de votação em Plenário. Sempre que tiver novidades, o SECHSPA trará aqui.