quarta-feira, 1 de maio de 2019

Dia do Trabalhador é dia de homenagem aos que lutam

Nossa homenagem a todos e todas os trabalhadores e as trabalhadoras que fazem forte nossa entidade. Que possamos ter mais empregos e renda para a comunidade, e que as conquistas da categoria, bem como de todos os trabalhadores brasileiros, sejam mantidas e ampliadas, embora o governo insista com as Reformas que só acachapam os cidadãos.  Nossa solidariedade a todos os milhões de pessoas que vagam pelas ruas em busca de um emprego. 
Neste dia especial, lembremos de todos os brasileiros e agradeçamos aos céus a força e a garra para seguir em frente!

sexta-feira, 8 de março de 2019

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

SECHSPA: 90 anos de história!


Neste 5 de fevereiro, o SECHSPA completa 90 anos. Uma história pontuada por muita luta em prol dos trabalhadores que representa e do sindicalismo brasileiro.
O Sindicato já passou por muitas situações, sobrevivendo a vários governos, golpes, inflação de 30% ao mês, trocas de moedas e poderia chegar à nona década de existência com muita festa e alegria, honrando toda a sua história, mas ao contrário, o momento é de luto e tristeza com o que está acontecendo no mundo do trabalho no Brasil: desemprego em todas as áreas, subemprego e salários minguados oficializados pelo governo federal através da desvalorização do salário mínimo e com a aprovação da Reforma Trabalhista, que além de recortar a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), prejudicou ainda mais os trabalhadores ao retirar o sustento dos sindicatos, que eram, na maioria das vezes, os únicos fiscalizadores das atividades e a tábua de salvação da maioria dos empregados. Muitos fecharam e os que permanecem é muito mais por teimosia e idealismo dos seus dirigentes.
Também neste ano extinguiu-se o Ministério do Trabalho, o que representa uma verdadeira derrota para todo o povo brasileiro, que tinha a garantia de um braço do governo a seu favor. Desta forma, a Justiça do Trabalho também foi quase exterminada.
Por outro lado, agradecemos imensamente aqueles que estão conosco, que acreditam no SECHSPA e continuam fazendo dele uma entidade sólida, embora ferida, mas ainda batalhando naquilo que mais gosta: representar plenamente os trabalhadores em todas as suas demandas e anseios.
Assim, o Sindicato chega aos 90 anos lamentando tudo isso que está acontecendo, mas sempre buscando manter acesa a chama do verdadeiro sindicalismo que pratica!
TRABALHADOR: confie no SECHSPA,
chegar aos 90 anos não é pra qualquer um!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Entrega de cestas básicas da Associação Premiada

O SECHSPA entregou nesta quinta-feira, 20/12, pela manhã, as cestas básicas para os contemplados na Associação Premiada. Para participar dos sorteios, basta ser sócio com a mensalidade em dia. Parabéns a todos!






quinta-feira, 8 de novembro de 2018

ATENÇÃO, TRABALHADORES:


Ministério Público do Trabalho confirma: benefícios somente para os associados do sindicato!

O SECHSPA convida a todos os trabalhadores da categoria que pertence à sua abrangência para associarem-se, já que a Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região confirma: sob à Luz da Lei 13.467/2017 (nova Legislação Trabalhista), benefícios como: vale-alimentação, vale-transporte, Participação nos Lucros, reajuste salarial, dentre outros, somente farão jus os empregados que contribuem ao sindicato. E isso vale para todo o Brasil.

Na ação para abrir procedimento investigatório da cláusula que só permite tais benefícios para quem paga as contribuições, a procuradora do Trabalho, Dra. Heloise Ingersoll Sá, não só arquivou o pedido como reiterou que a nova legislação não alterou o artigo 513, da CLT, que diz que cabe aos sindicatos impor através de assembleia contribuições sindicais para todos aqueles que participam da categoria.

Portanto, “quem não contribui com o Sindicato de sua categoria, se isenta de participar dos benefícios conquistados pela entidade, sendo assim, abre mão do cumprimento de todas as cláusulas da Convenção Coletiva, seja no tocante às contribuições decididas em assembleia, quanto também as cláusulas econômicas e direitos auferidos”.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Outubro Rosa: apoiamos esta idéia!


Neste mês de outubro, o SECHSPA convida você a entrar junto nesta campanha Outubro Rosa. Vamos cuidar de nossas esposas, filhas, sobrinhas e netas. Vamos cuidar do bem estar e saúde de nossas famílias!
Alguns números sobre o câncer de mama no Brasil
Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.
Sem considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer também é o primeiro mais frequente nas mulheres das Regiões Sul (73,07/100 mil), Sudeste (69,50/100 mil), Centro-Oeste (51,96/100 mil) e Nordeste (40,36/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19,21/100 mil).
Esses dados foram fornecidos pelo INCA - Instituto Nacional do Câncer, que fica em São Paulo e é referência nacional sobre todos os tipos de cânceres.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Dissídios Coletivos 2018

CLIQUE AQUI e confira os instrumentos coletivos 2018 que já estão registrados.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Banco terá de oferecer juro menor para quem ficar no especial por 30 dias

O SECHSPA traz a notícia que está balançando a economia nacional neste inicio de semana. Com certeza, os trabalhadores, seja pelo desemprego, pelas altas taxas cobradas pelos bancos, ou pelos salários baixos, sofrem com os juros bancários abusivos e endividam-se mais a cada dia.

Confira a matéria completa sobre esta novidade CLICANDO AQUI.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O que os pré-candidatos pensam sobre a reforma trabalhista


Postulantes à sucessão de Temer se dividem sobre proposta que flexibilizou a CLT em novembro de 2017
A reforma trabalhista de Temer é apoiada por empresários, que veem um avanço na flexibilização da relação entre empregados e empregadores, e criticada por centrais sindicais, que apontam perdas de direitos.
A reforma alterou cerca de 100 pontos específicos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A base do pacote é dar força aos acordos coletivos, em um modelo chamado de “acordado sobre legislado”.
Na prática, o que for decidido entre a entidade de classe que representa os trabalhadores e a empresa empregadora não poderá ser posteriormente contestado na Justiça.  Houve mudanças em pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração e plano de carreira.
Além disso, a reforma acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical, uma das principais fontes das entidades que representam os trabalhadores.

O que dizem os principais pré-candidatos

Se eu vencer as eleições, farei um referendo para perguntar à população sobre sua opinião. E o assunto será debatido no Congresso” 
Luiz Inácio Lula da Silva ex-presidente e pré-candidato do PT

“Aos poucos a população vai entendendo que é melhor menos direitos e emprego do que todos os direitos e desemprego” 
Jair Bolsonaro deputado federal e pré-candidato do PSL

“Estou advogando pelas reformas desde 2010. Em 2014, já dizia que era preciso fazer um atualização, inclusive, das leis trabalhistas. Se eu fosse parlamentar, votaria pela admissibilidade das reformas e trabalharia para corrigir as arbitrariedades, que não são poucas, no projeto do governo” 
Marina Silva pré-candidata da Rede Sustentabilidade

“É uma perversão que faz parte de uma selvageria neoliberal que se impôs ao Brasil a partir do golpe. Evidentemente que não precisamos ter medo de reforma, o país tem instituições bastante anacrônicas, mas jamais prosperou a nação que introduziu no mundo do trabalho insegurança jurídica e insegurança econômica” 
Ciro Gomes pré-candidato do PDT

“Era um modelo estatutário de cima para baixo, para um modelo mais moderno de relações contratuais. Ela tem imperfeições, vamos corrigi-las” 
Geraldo Alckmin ex-governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB

“Eu não tenho dúvida de que a reforma trabalhista é imprescindível. Mas o atual governo, atordoado por tantas denúncias de corrupção, perdeu a capacidade de empreender reformas” 
Alvaro Dias senador e pré-candidato do Podemos

“A reforma trabalhista está sendo implantada aos poucos pela Justiça. Acreditamos que com a reforma trabalhista criaremos 6 milhões de empregos em dez anos. Esta nova era nas relações de trabalho garantirá maior produtividade e criará maiores oportunidades de emprego” 
Henrique Meirelles ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do MDB

"Eram leis que, em tese, protegiam, protegiam, protegiam e deixaram o Brasil com 14 milhões de desempregados e mais milhões e milhões de empregos precários. Essa é a realidade da antiga lei trabalhista, para a qual conseguimos fazer algum avanço na Câmara dos Deputados no ano de 2017" 
Rodrigo Maia presidente da Câmara e pré-candidato do DEM

“A reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional é uma reforma criminosa, faz o Brasil andar para trás 80 anos. A morte da CLT foi em 2017. Demonstra uma falsa preocupação com os trabalhadores” 
Guilherme Boulos coordenador do MTST e pré-candidato do PSOL

“Acho que povo deve opinar sobre isso, porque não opinou nas eleições passadas. Nas eleições passadas, o povo escolheu um programa que garantia direitos. Temer rasgou o programa e retirou os nossos direitos. É por isso que é preciso revogar a reforma trabalhista” 
Manuela D'Ávila deputada estadual e pré-candidata do PCdoB
Fonte: Site Nexo

terça-feira, 12 de junho de 2018

SECHSPA atento à novidade não tão boa para o trabalhador!


Funcionários do McDonald’s já estão começando a sumir

Rede de fast food aumentou a aposta em unidades de autoatendimento. A cada quadrimestre, McDonald's planeja incluir 1.000 lojas no formato

O mundo em que os robôs acabarão com empregos operacionais está cada vez mais próximo. Se antes a ameaça estava apenas nas indústrias e seus maquinários, agora até os atendentes do McDonald’s correm o risco de desaparecer.
A rede de fast food está apostando, ao menos internacionalmente, em um formato de atendimento que dispensa a necessidade de funcionários e faz os próprios consumidores se atenderem, seja por meio de painéis ou por seus próprios smartphones.
O objetivo, segundo a própria rede, é “construir um McDonald’s melhor”. Primeiro, é uma forma de modernizar o negócio e adaptá-lo aos novos hábitos dos comedores de sanduíches e batatinhas – o que melhora os resultados da rede. “Descobrimos que, quando as pessoas ponderam mais tempo, selecionam mais itens”, contou o CEO Steve Easterbrook ao veículo americano CNBC. “Há uma leve alta do nosso tíquete médio”. Além de, claro, poupar custos trabalhistas.
O McDonald’s planeja mudar 1.000 lojas para receber a tecnologia a cada quadrimestre pelos próximos dois anos. Regiões como Austrália, Canadá e Reino Unido já estão completamente integradas com o autoatendimento em painéis e pedidos feitos no smartphone. Alemanha e França estão perto de entrar para esse time.
Segundo o veículo The Street, 3 mil restaurantes estadunidenses do McDonald’s já estão com a tecnologia. Metade das lojas terão o autoatendimento até o fim deste ano. O McDonald’s possui 20 milhões de usuários cadastrados em seu aplicativo de pedidos e 20 mil restaurantes apresentam a opção de pagamento pelos smartphones. Ao todo, será um investimento de 2,4 bilhões de dólares (cerca de 9 bilhões de reais, na cotação atual) nessa modernização e na abertura de mais 1.000 restaurantes.
Easterbrook reitera, porém, que outras formas de fazer o pedido não deixarão de existir, como o velho atendimento presencial e a passagem pelo drive-thru. Nos Estados Unidos, a rede também aposta na entrega por delivery. “Você pode pagar e customizar seu pedido de diferentes maneiras. Acho que estamos adicionando mais escolhas e variedades”. Muitos funcionários nos balcões do McDonald’s não vão esperar para ver.
Fonte: Exame

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sindicatos e Centrais na luta contra a Reforma Trabalhista e pelos direitos dos trabalhadores


Temer é derrotado na OIT e terá de explicar 'reforma' trabalhista
Comissão de Normas da Organização Internacional do Trabalho questiona restrição da nova lei a princípios da negociação coletiva e direito de sindicalização
107ª Conferência Internacional do Trabalho ocorre em Genebre e reúne
patrões, empregados e governos

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) cobra novas explicações do governo brasileiro sobre a "reforma" trabalhista. Durante a 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, o governo, por meio do ministro do Trabalho, Helton Yomura, tentou desqualificar as críticas à nova lei brasileira por entidades do Brasil de do mundo. Mas não ganhou apoio.
A organização incluiu o Brasil na lista de países suspeitos de descumprir normas internacionais de proteção aos trabalhadores, passou a analisar o caso brasileiro e a mais explicações. O governo terá que responder antes de novembro deste ano, quando acontece a próxima reunião do Comitê de Peritos da OIT.
Segundo a decisão, o Brasil precisa explicar principalmente o fato de a nova lei pôr em xeque princípios da negociação coletiva entre empregadores e empregados. No início do ano, o Comitê do Peritos expressou o entendimento de que a "reforma" viola a Convenção 98 da OIT, sobre direito de sindicalização e de negociação coletiva, ratificada pelo Brasil.
A reforma trabalhista estabelece a possibilidade de o negociado prevalecer sobre o legislado, inclusive para redução de direitos. Prevê também a "livre" negociação entre empregador e empregado com diploma de nível superior e que receba salário igual ou superior a duas vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
A OIT também cobra explicações sobre a falta de consulta aos interlocutores sociais, durante a tramitação da reforma.
A falta de diálogo social, a aprovação açodada da reforma e a violação à Convenção 98 foram alguns dos pontos alertados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) durante todo o processo de tramitação da reforma trabalhista no Congresso e após sua promulgação. As entidades sindicais de representação de trabalhadores tampouco foram ouvidas. 
O procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, que foi a Genebra, destaca os alertas feitos pela instituição. "Lamento a exposição internacional do Brasil, que poderia ter sido evitada se as nossas ponderações fossem consideradas", disse, em nota.
Fonte: Rede Brasil Atual

As centrais sindicais brasileiras estiveram presentes com suas representações e enviaram uma nota à OIT. Abaixo, clicando em "Mais informações", você confere a íntegra da Nota das Centrais. O SECHSPA é filiado à Nova Central Sindical de Trabalhadores.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Para podermos entender...

Analistas dizem que petróleo com custo nacional baratearia preço da gasolina
Na busca de explicações sobre o que acontece no Brasil, principalmente, em relação aos preços dos combustíveis e que acarretam o aumento de toda a cadeia econômica brasileira, o SECHSPA apresenta esta matéria publicada no UOL.

Informe-se, leia o texto CLICANDO AQUI.
Foto: Jornal NH