terça-feira, 24 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
sábado, 24 de dezembro de 2016
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Sechspa Realiza mais uma Associação Premida.
No dia 20 de Dezembro o SECHSPA realizou mais uma edição da Associação Premiada, onde foram distribuídos aos sócios os prêmios através de sorteios. Na ocasião, o presidente do Sindicato,
Orlando Rangel, destacou a importância da categoria ser associada a entidade.
"Sindicato que tem pouco sócio não tem força e é por isso que valorizamos nossos associados. Você que não é sócio, associe-se e participe", frisou o presidente.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
SECHSPA INAUGURA ESPAÇO DE LAZER DOUGLAS GOMES
Sábado dia 17 de dezembro ,na nossa colônia de férias da Rua Bagé 168, na praia do Magistério para foi inaugurado o Espaço Douglas Gomes .O novo espaço complementa a colônia,que tem 11 apartamentos, com um salão para festa,piscina adulto e infantil,apartamento para a zeladoria,espaço para jogos de recreação,aparelhos para ginástica; mais infraestrutura com banheiros,inclusive com acessibilidade aos cadeirantes.O presidente Orlando Rangel falou que o espaço é uma homenagem do sindicato ao ex-diretor Douglas Gomes que foi um incentivador para que os trabalhadores da categoria tivessem área de lazer com qualidade por isso o reconhecimento.A viúva do companheiro Douglas Gomes e sócia do sindicato Leda Medeiros disse emocionada que dar o nome do espaço ao Douglas é uma bela homenagem a quem queria que a categoria fosse bem tratada e que agradecia ao sindicato imensamente. diretor Dercírio Junior representou a nova Central Sindical ,também tivemos a presença do Secothur da presidente Ângela Machado que falou em nome do sindicato e também do Sindicatos dos Empregados no Comércio Hoteleiros e Similares de Caxias do Sul Jair Ubirajara da Silva.O Sechspa parabeniza a categoria por mais essa conquista para os trabalhadores representados.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Regulamentação da gorjeta em todo o país é uma Bandeira dos Sechspa/Contratuh
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, com relatoria do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovou na tarde desta quarta-feira (30/11), por unanimidade, o texto base do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 57/2010, que incorpora os 10% de gorjeta ao salário de trabalhadores em bares, restaurantes, hotéis, motéis e estabelecimentos similares. Com mudanças no texto principal da Câmara, os senadores propõem como multa ao empregador que descumprir a lei o teto da categoria, e valor triplicado em caso de reincidência antes de um ano, além de estipularem que o modo de distribuição da gorjeta espontânea deve ser discutida em convenção coletiva, de acordo com a peculiaridade de cada região. O texto agora volta para a Câmara dos Deputados, que irá avaliar as alterações e dar prosseguimento ao projeto.
“Gostaria de agradecer o senador Paulo Paim pelo empenho e esforço, conseguido realizar o sonho dos trabalhadores da área, que agora terão uma aposentadoria decente quando as pernas estiverem cansadas”, discursou Moacyr Roberto Tesch Auersvald, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (CONTRATUH) e diretor da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), ao final das discussões no Senado Federal. Desde a criação do projeto de lei, em 2010, as duas entidades sindicais lutam para que ele seja aprovado e regulamentado no Congresso, com discussões juntamente aos parlamentares e representantes da área patronal para que se chegasse a uma decisão favorável ao trabalhador. “A luta não é fácil, pois ainda temos que esperar pela avaliação da Câmara para que, só depois disso, a Presidência aprove o projeto. Mas essa decisão no Senado já é mais um passo ruma à vitória dos trabalhadores”, disse o presidente da CONTRATUH.
Para o senador Paulo Paim, esse é um momento prazeroso, quando há um acordo justo entre empregado e empregador. “Com o relatório aprovado por unanimidade, daqui para frente empregadores terão segurança jurídica, que levam à conflitos e demissões desnecessárias. Agora o processo de rateamento de gorjetas terá transparência absoluta, além de aposentadoria decente para todos os profissionais da área”, comemorou.
A previsão das entidades sindicais e do senador é que o PL 57 seja aprovado na Câmara ainda este ano, para que a lei entre em vigor no início de 2017
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Sechspa participa de Encontro da Nova Central-RS
Ontem durante todo dia o sindicato participou do Encontro Estadual da Nova Central-RS realizado na sede da Feticom-RS.O Evento discutiu o momento que vive os sindicatos e também os trabalhadores.Fora discutidas propostas para enfrentar os constantes desafios impostos tanto pelo governo federal como o do RS. Palestrou sobre as mudanças na Previdência Social ao final do encontro foi proposta a redação de um documento com as propostas retiradas do encontro.. O presidente do Sechspa Orlando Rangel destacou que é uma obrigação do sindicato participar nos eventos onde estão as questões relativas aos trabalhadores
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Centrais negociam e presidente do Senado tira terceirização da pauta
Força
Sindical, UGT, CSB, Nova Central (na qual o SECHSPA é filiado) e Intersindical
estiveram quarta-feira (23), em Brasília, com o presidente do Senado, Renan
Calheiros (PMDB-AL), a fim de negociar o adiamento da votação do projeto que
libera a terceirização de forma irrestrita (PLC 30/2015). A matéria constava da
pauta de votação desta quinta (24) no plenário. O o senador Paulo Paim (PT-RS),
relator do projeto, também esteve no encontro.
As
Centrais querem mais tempo para discutir a matéria e ajudar a construir um
texto de consenso, que contemple o interesse dos trabalhadores, sem legitimar a
precarização no trabalho.
“Nós
queremos garantir que a terceirização não seja permitida na atividade-fim e,
claro, que os terceirizados sejam protegidos em seus direitos trabalhistas”,
disse à Agência Sindical o secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro
Índio.
O
presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, alerta para o risco representado
por esta pauta em uma conjuntura tão hostil aos direitos sociais e
trabalhistas. "Esse projeto é muito nocivo às relações do trabalho,
sobretudo pelo que implica a matéria que nada mais é do que um atestado da
precarização e da flexibilização dos direitos trabalhistas”, afirmou à Agência.
A reunião
foi uma tentativa de buscar consenso em torno do tema. Renan Calheiros afirmou
que vai procurar a presidente do STF, Carmem Lúcia, e o presidente da Câmara,
Rodrigo Maia, para articular esse entendimento. A votação do projeto no Senado
foi adiada.
Fonte:
Agência Sindical
O SECHSPA é contra a terceirização sem limites pela precarização
dos direitos trabalhistas, das relações de trabalho e pelo aumento dos
acidentes que virão se o PLC30/2015 for aprovado!
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
FIQUEM ATENTOS, TRABALHADORES E TRABALHADORAS (avise também familiares e amigos)!
Pois é, depois de colocar a população em polvorosa com esta medida provisória, editada em julho e que estabeleceu procedimento de alta programada nas concessões e mutirões de revisões de benefícios por incapacidade do INSS, a falta de consenso parlamentar, fez com que ela não fosse à votação no plenário da Câmara de Deputados e, com isso, perder a validade. Assim, voltam a valer as regras de antes de julho, quando o texto foi editado pelo governo.
Desta forma, se algum de vocês tem um familiar, ou amigo, que foi atingido, ou poderia ser chamado e ter arbitrariamente seu benefício cancelado, fique tranquilo e avise as pessoas, porque a grande mídia não está noticiando isso.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Reunião de Diretoria do Sechspa
Na sexta-feira 04 de Novembro a diretoria do Sechspa se reuniu para deliberar sobre assuntos administrativos dentre os quais o regulamento para o uso das Colônias de Férias para a categoria.O presidente Orlando Rangel conduziu os trabalhos. Também foi falado na parte final das obras da Colônia de Férias da Rua Bagé, que recebeu um salão anexo e também 2 piscinas ,uma adulta e outra infantil. O presidente Rangel agradeceu o empenho dos colegas de diretoria que de uma modo ou de outro contribuem com o crescimento do sindicato.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Câmara aprova PEC 241/16: a PEC do Teto dos Gastos Públicos
Na noite desta terça-feira, 25/10, foi aprovada em 2° turno na
Câmara de Deputados, a PEC 241/16, por 359 x 116 votos.
Em seguida, começou a votação dos destaques, dentre eles o que
retirava do texto da Proposta de Emenda Constitucional o limite de gastos com
Saúde e Educação. Ao todo eram seis destaques, mas nenhum foi aprovado.
O líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE),
afirmou, antes da votação, que a limitação de
gastos é fundamental para a retomada do crescimento econômico. Já os deputados
que se opuseram, criticaram fortemente a medida, argumentando que ela irá
remover recursos de áreas prioritárias, como a saúde e a educação.
Agora, a PEC 241/16 vai para
discussão no Senado Federal, que planeja votar o texto no dia 29/11/16, se
aprovada, parte para sanção da presidência da República.
A PEC 241/16
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/16 congela os
gastos públicos por 20 anos. O limite para as despesar do governo será o
montante do ano anterior, acrescido da inflação do período.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Sindicalistas defendem mudanças na economia para reduzir desemprego
Sugestões
para reduzir as altas taxas de desemprego no Brasil e proteger os direitos dos
empregados foram debatidas nesta terça-feira (18) por representantes de
sindicatos em audiência pública da Comissão de Trabalho, de Administração e
Serviço Público da Câmara dos Deputados.
O
secretário-geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, Moacyr Roberto
Tesch, reforçou que são necessárias medidas para reduzir o número de
desempregados, que já superou 12 milhões.
"Nós
temos que atuar efetivamente para retomar os postos de trabalho, e o Brasil
está fazendo o inverso. Nós estamos precarizando as condições de trabalho ao
invés de melhorarmos. Antes de fazer toda essa discussão de flexibilização, o
negociado sobre o legislado, deveríamos discutir a questão da garantia do
emprego e do direito à negociação no serviço público", afirmou.
Consumo
Na
avaliação do deputado Vicentinho (PT-SP), autor do requerimento para realização
do debate, o desemprego é uma das faces do capitalismo e ocorre de maneira
cíclica, mas desta vez veio em conjunto com outras crises, agravando ainda mais
o problema.
Vicentinho
defendeu investimentos na criação de empregos como forma de driblar a crise
atual. "Como é que se aumenta a taxa de juros e se reduz os gastos? Isso
não vai dar em crescimento. O ideal seria gastar para gerar emprego, para
produzir, e praticar juros baixos para continuar facilitando financiamento,
compras", sugeriu.
Já o
presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Adilson
Araújo, lembrou que os índices de desemprego não estão diminuindo, o que, em
sua opinião,é resultado "de uma política econômica equivocada".
Fonte:
Agência Câmara
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
SECHSPA informa sobre a PEC 241/16
Você tem
acompanhado os noticiários sobre a PEC 241/16,
que limita gastos do governo
federal por 20 anos.
Mas vocês sabe,
exatamente, o que ela significa e
quais impactos poderá ter na sua vida?
Então, leia este
artigo do jornal El Pais,
que o SECHSPA traz para voe e fique bem informado.
Entenda o que é a PEC 241 e como ela pode afetar sua vida
A Câmara
dos Deputados passou em primeira votação nesta segunda-feira a proposta de emenda constitucional que cria uma teto
para os gastos públicos, a PEC 241, que congela as
despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20
anos. Com as contas no vermelho, o presidente Michel
Temer vê na medida, considerada umas das maiores mudanças
fiscais em décadas, uma saída para sinalizar a contenção do rombo nas contas
públicas e tentar superar a crise econômica. O mecanismo enfrenta severas
críticas da nova oposição, liderada pelo PT, pelo PSOL e pelo PCdoB, mas também
vindas de parte dos especialistas, que veem na fórmula um freio no investimento
em saúde e educação previstos na Constituição. O texto da emenda, que precisa
ser aprovado em uma segunda votação na Câmara e mais duas no Senado, também tem
potencial para afetar a regra de reajuste do salário mínimo oficial. Veja como
foi a votação nesta segunda aqui. Entenda o que é a proposta e suas
principais consequências.
A PEC, a
iniciativa para modificar a Constituição proposta pelo Governo, tem como
objetivo frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e
tenta equilibrar as contas públicas. A ideia é fixar por até 20 anos, podendo
ser revisado depois dos primeiros dez anos, um limite para as despesas: será o
gasto realizado no ano anterior corrigido pela inflação (na prática, em termos
reais - na comparação do que o dinheiro é capaz de comprar em dado momento -
fica praticamente congelado). Se entrar em vigor em 2017, portanto, o Orçamento
disponível para gastos será o mesmo de 2016, acrescido da inflação daquele ano.
A medida irá valer para os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário.
Pela proposta atual, os limites em saúde e educação só começarão a valer em
2018.
Por que o
Governo diz que ela é necessária?
O
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz que "não há possibilidade de
prosseguir economicamente no Brasil gastando muito mais do que a sociedade pode
pagar. Este não é um plano meramente fiscal." Para a equipe econômica,
mesmo sem atacar frontalmente outros problemas crônicos das contas, como a
Previdência, o mecanismo vai ajudar "a recuperar a confiança do mercado, a
gerar emprego e renda" ao mesmo tempo
em que conterá os gastos públicos, que estão crescendo ano a ano, sem serem
acompanhados pela arrecadação de impostos. Para uma parte dos especialistas,
pela primeira vez o Governo está atacando os gastos, e não apenas pensando em
aumentar as receitas. O Governo Temer não cogita, no momento, lançar mão de
outras estratégias, como aumento de impostos ou mesmo uma reforma tributária, para
ajudar a sanar o problema do aumento de gasto público no tempo.
O que
dizem os críticos da PEC?
Do ponto
de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das
principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de
congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios.
Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o
restante ficaria fora dos limites impostos - só a regra sobre o salário mínimo
tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo,
que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente.
"Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da
inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e
educação", diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da
Fazenda. "Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do
Congresso, escolher com o que quer gastar", complementa. Há vários
especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de
investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras
constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto
cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar
decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um
Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles
dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter
decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e
que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países
desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de
acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos
de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em
educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade
brasileira.
Quando a
PEC começa a valer?
Se
aprovada na Câmara e no Senado, começa a valer a partir de 2017. No caso das
áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto
Temer não será mais o presidente.
Qual o
impacto da PEC no salário mínimo?
A
proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do
salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê
que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento
acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo
está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria
proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data
formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a
inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da
inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos
últimos anos.
O que
acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido?
Algumas
das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui
o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à
contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais
ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de
gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente).
A PEC do
teto vale para os Estados também?
A PEC se
aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do
Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve
encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por
enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o
assunto.
Quais
impactos a PEC pode ter nas áreas de educação e saúde?
Os
críticos afirmam que a PEC irá colocar limites em gastos que historicamente
crescem todos os anos em um ritmo acima da inflação, como educação e saúde.
Além disso, gastos com programas sociais também podem ser afetados pelo
congelamento. Segundo especialistas e entidades setoriais, esta medida
prejudicaria o alcance e a qualidade dos serviços públicos oferecidos.
Especialistas apontam problemas para cumprir mecanismos já em vigor, como os
investimentos do Plano Nacional de Educação. Aprovado em 2014, o PNE tem metas
de universalização da educação e cria um plano de carreira para professores da
rede pública, uma das categorias mais mal pagas do país. "A população
brasileira está envelhecendo. Deixar de investir na educação nos patamares
necessários, como identificados no PNE, nos vinte anos de vigência da emenda
proposta – tempo de dois PNEs -, é condenar as gerações que serão a população
economicamente ativa daqui vinte anos, a terem uma baixa qualificação",
disse o consultor legislativo da Câmara dos Deputados, Paulo Sena,ao site Anped, que reúne especialistas em educação.
Já o
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que mais importante do que o
valor despendido com áreas como saúde, educação e
segurança, é a qualidade desses gastos. "Dados da educação e da saúde hoje
mostram que a alocação de recursos não é o problema. É preciso melhorar a
qualidade do serviço prestado à população", disse. "Teremos muito
trabalho. O principal deles será o de mostrar que a saúde e educação não terão
cortes, como a oposição tenta fazer a população acreditar", afirmou a
líder do Governo no Congresso, a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES).
A PEC do
teto atingirá de maneira igual ricos e pobres?
A
população mais pobre, que depende do sistema público de saúde e educação, tende
a ser mais prejudicada com o congelamento dos gastos do Governo do que as
classes mais abastadas. A Associação Brasileira de Saúde Pública, por exemplo,
divulgou carta aberta criticando a PEC. No documento a entidade afirma que a
proposta pode sucatear o Sistema Único de Saúde, utilizado principalmente pela
população de baixa renda que não dispõe de plano de saúde. Além disso, de
acordo com o texto da proposta, o reajuste do salário mínimo só poderá ser
feito com base na inflação - e não pela fórmula antiga que somava a inflação ao
percentual de crescimento do PIB. Isso atingirá diretamente o bolso de quem tem
o seu ganho atrelado ao mínimo.
Por que a
Procuradoria Geral da República diz que é inconstitucional?
Em nota
técnica divulgada em 7 de outubro o órgão máximo do Ministério Público Federal
afirmou que a PEC é inconstitucional. De acordo com o documento, "as
alterações por ela pretendidas são flagrantemente inconstitucionais, por
ofenderem a independência e a autonomia dos Poderes Legislativo e Judiciário e
por ofenderem a autonomia do Ministério Público e demais instituições
constitucionais do Sistema de Justiça [...] e, por consequência, o princípio
constitucional da separação dos poderes, o que justifica seu
arquivamento". A crítica vem pela criação de regras de gastos para os
demais Poderes. Na nota, a procuradoria argumenta que, caso aprovada, a PEC irá
prejudicar a “atuação estatal no combate às demandas de que necessita a
sociedade, entre as quais: o combate à corrupção; o combate ao crime; a atuação
na tutela coletiva; e a defesa do interesse público". A Secretaria de
Comunicação Social da Presidência rebateu a PGR, afirmando que na proposta não
existe “qualquer tratamento discriminatório que possa configurar violação ao
princípio da separação dos poderes".
O que vem
depois da PEC, se ela for aprovada tal como está?
A PEC é a
prioridade da equipe econômica do Governo Temer, que vai pressionar por outras
reformas nos próximos meses, como a Reforma da Previdência e Reforma
Trabalhista.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Comunicado da Nova Central-RS:
ATENÇÃO
companheiros e companheiras sindicalistas,
companheiros e companheiras sindicalistas,
NESTA QUINTA-FEIRA,
22/9/16: FECHEM OS SINDICATOS!
E
venham para Porto Alegre, porque o lugar de todos os sindicalistas,
trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas é na PARALISAÇÃO NACIONAL contra
o Fim da CLT e contra as Reformas Trabalhista e da Previdência!
Em orientação vinda de Brasília, da nacional
da Nova Central Sindical de Trabalhadores, todos os filiados foram convocados a
fecharem os sindicatos e irem para as mobilizações.
Aqui em Porto Alegre teremos dois lugares de concentração:
— Garagem da CARRIS
Aqui em Porto Alegre teremos dois lugares de concentração:
— Garagem da CARRIS
Rua Albion, 385 - Partenon - a partir das 5h
— Antigo Posto do ICMs - BR 116
antes da ponte móvel do Guaíba, no sentido
interior capital - a partir das 6h30.
A Nova Central-RS pede que priorizem o ponto
de encontro na BR 116, porque precisamos mobilizar a população e imprensa.
Muito importante fazermos uma grande movimentação!!!!
Está na hora de sermos ouvidos e conseguirmos influenciar governantes e opinião pública contra a retirada de direitos dos trabalhadores e aposentados brasileiros.
Muito importante fazermos uma grande movimentação!!!!
Está na hora de sermos ouvidos e conseguirmos influenciar governantes e opinião pública contra a retirada de direitos dos trabalhadores e aposentados brasileiros.
VAMOS TOMAR AS RUAS, porque cada direito que
mantivermos hoje, será um benefício a mais para nossas gerações futuras!
VAMOS ESTANCAR ESTA SANGRIA DO TRABALHADOR!
A PRESENÇA DE CADA UM É FUNDAMENTAL PARA
FAZER O BRASIL PARAR E GRITAR: NENHUM DIREITO A MENOS!
Oniro da Silva Camilo,
presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores-RS
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Presidente da Nova Central-RS manifesta-se sobre rumos do Brasil após impeachment da presidente
A presidente Dilma Rousseff foi destituída do cargo
de Chefe da Nação nesta tarde de 31/8/16, por 61 x 20 votos dos Senadores que a
julgaram, acusando-a do crime de “pedaladas fiscais”.
A Nova Central-RS, na palavra do presidente Oniro
Camilo, mostra-se apreensiva com o que está por vir, no tocante à retirada de
direitos da população brasileira, com a entrada em definitivo do presidente Michel Temer, até então,
interino, “sem paixão partidária e, muito menos, levar em conta cores de
partidos, podem apostar que perderemos conquistas históricas, como salário
mínimo vinculado à aposentadoria, seguro desemprego, auxílio doença, benefício
por acidente, aposentadoria por invalidez, até o 13º salário e férias estão em
risco. Isso sem contar com o projeto da terceirização da atividade fim (PLC
30/2015), que tramita no Senado e que poderá ser aprovado, legitimando a
precarização das relações de trabalho”, disse preocupado.
Para o presidente Oniro, outro ponto importante é conter a leva de
privatizações que serão, com certeza, colocadas em pauta pelo governo Temer,
“estão em risco o SUS, a Previdência Social, a Petrobras e o Pré-Sal, também, a
perda da soberania nacional para o capital estrangeiro, que vai entrar com tudo
na forma de multinacionais, ou na compra de empresas brasileiras (privadas, ou
não). Perderemos o controle social que ainda tínhamos”, falou o presidente da
NCST-RS.
Camilo pede ao movimento
sindical e aos trabalhadores que fiquem unidos, “ou intensificamos a luta de
vez, ou ficaremos na lembrança do que poderia ter sido bom para os
trabalhadores, ficaremos pensando em todas as conquistas que duraram por mais
de 70 anos e que, com nossa desmobilização, acabamos por perder. É hora de
estarmos unidos, porque unidos somos fortes e conseguimos fazer pressão
efetiva, lembrando sempre que a Nova Central Sindical de Trabalhadores em seu
artigo 1º do estatuto diz que a central é uma entidade que ‘tem por objetivo a
defesa de interesses sindicais, sociais e políticos das entidades sindicais e
associações profissionais de trabalhadores a ela filiadas e dos trabalhadores
em geral, públicos e privados, urbanos e rurais, ativos, inativos, aposentados
e pensionistas, congregando-os, de modo a desenvolver ação unitária e
coordenada, comprometida com o bem comum, a prevalência dos interesses
coletivos sobre os individuais, e a promoção da justiça e da paz social’.
Então, a hora é agora, todos unidos na defesa dos direitos dos trabalhadores,
em prol da coletividade e da nossa Nação!”, completou enfático.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Nota de Falecimento
Noticiamos o falecimento do companheiro Pedro Lafayte Nunes ex-diretor do nosso sindicato.Seu velório ocorrerá a partir das 16h no Cemitério São Miguel e Almas e seu sepultamento será realizado amanhã ás 9h .Pedro Lafayte Nunes se destacou na área de formação e cursos ministrados dentro do sindicato onde levou o conhecimento para centenas de trabalhadores na área de hotelaria e gastronomia. Á família e amigos,o nosso pesar e sentimentos.
Mais de 20 pessoas são encontradas em situação análoga à escravidão no RS
Trabalhadores moravam em caminhão e recebiam apenas água e comida
Trabalhadores moravam em caminhão e recebiam apenas água e comida | Foto: PRF / Divulgação / CP
Mais de 20 pessoas foram encontrados em situação análoga à escravidão no Rio Grande do Sul nessa quarta-feira. A Polícia Rodoviária Federal - em ação conjunta com a Polícia Civil, a Brigada Militar e o Ministério do Trabalho e Emprego - prendeu dois irmãos na BR 386 em Lajeado, no Vale do Taquari.
A PRF recebeu denúncia de que dezenas de pessoas estavam sendo obrigadas a viver em situações precárias dentro do compartimento de carga de um caminhão. À noite, o veículo ficava em um posto de combustíveis abandonado, localizado no Km 341 da rodovia.
Segundo os trabalhadores, eles se sujeitavam a essas condições por medo. Um dos irmãos emprestava dinheiro a eles na Paraíba e, como não tinham condições de pagar a dívida, eram trazidos para trabalhar no Rio Grande do Sul, de onde não conseguiam mais sair. Muitas vezes eles eram ameaçados de morte, assim como suas famílias, o que os impedia de denunciar a situação.
Conforme a PTF, os irmãos, de 42 e 44 anos, são paraibanos e têm passagens por outros delitos. Eles foram encaminhados à polícia judiciária de Lajeado e deverão responder pelo crime de reduzir pessoas a condição análoga à de escravo.
Fonte: Correio do Povo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
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